SEJAM BEM VINDOS!

DESCOLAMENTO PREMATURO DE DE PLACENTA


ONTEM RECEBI UMA SUGESTÃO NO CHAT DO "PERDI MEU BEBÊ", ONDE A XHELLY ME SUGESTIONOU QUE EU PUBLICASSE ALGO SOBRE DPP, PESQUISEI E ENCONTREI UM ARTIGO ESCLARECEDOR, ESPERO QUE AJUDE. DESCOLAMENTO PREMATURO DE PLACENTA
Descolamento prematuro da placenta normalmente inserida (DPP) é conceituado como a separação inopinada, intempestiva e prematura da placenta implantada no corpo do útero, depois da 20ª semana de gestação.
É clássico atribuir-lhe incidência global de 1%. Dados recentes situam-no em 6,5 para cada 1000 partos. A sua etiologia ainda não é totalmente conhecida, podendo, didaticamente, ser dividida em traumáticas e não-traumáticas. As primeiras, também chamadas de mecânicas, podem ser classificadas em internas e externas. As causas traumáticas externas possuem valor limitado na atualidade, restritas aos grandes acidentes e traumas. A prática da versão cefálica externa também pode determinar quadro de DPP através de trauma externo.

Entre as causas traumáticas internas, merecem destaque o cordão curto, escoamento rápido de polidrâmnio, movimentos fetais excessivos, retração uterina após o parto do primeiro gemelar, hipertonia uterina (primária ou por abuso de ocitócicos), entre outras.

As causas não-traumáticas de DPP constituem o aspecto etiológico mais importante, com destaque para os chamados fatores predisponentes. A literatura clássica e estudos mais recentes têm enumerado os principais: hipertensão arterial, condição socioeconômica, multiparidade, idade materna avançada, passado obstétrico ruim, relato de DPP em gestação anterior, cesárea prévia, restrição do crescimento intra-uterino, corioamnionite, gemelidade, diabete melito, tempo prolongado de rotura de membranas, tabagismo, etilismo e uso de drogas ilícitas, principalmente cocaína.

É consenso na literatura que a presença de hipertensão arterial materna constitui o principal fator do determinismo do DPP, presente em
cerca de 75% dos casos. O diagnóstico de DPP é fundamentalmente clínico, baseado nos achados do quadro clínico. Classicamente, caracteriza-se por dor localizada geralmente no fundo do útero, repentina e intensa, seguida da perda sangüínea em 80% dos casos. O tratamento obstétrico, na atualidade, é estabelecido de acordo com a vitabilidade e a viabilidade do concepto. No caso de feto vivo e viável (principalmente acima de 26 semanas de gestação), impõe-se a resolução imediata do caso. Se o parto vaginal imediato não pode ser conseguido, a cesárea deve ser praticada. Diante de concepto morto ou inviável, defendemos aguardar o parto vaginal por cerca de 2 a 4 horas

fonte: http://www.febrasgo.org.br/arquivos/diretrizes/037.pdf

Impacto psicológico do aborto espotâneo


HOJE VISITANDO O SITE : A PSICÓLOGA, ME DEPAREI COM ESTE TEXTO E RESOLVI FAZER UM POST SOBRE ELE POIS ACREDITO QUE ALGUMA LEITORA POSSA TER PASSADO PELO ACONTECIDO.

As estatísticas mostram que uma em cada quatro gravidezes termina com um aborto espontâneo. As razões por detrás destes números são diversas e não é sobre elas que me debruço hoje. Decidi falar, sim, sobre aquilo que acontece às mulheres que perdem os seus bebés durante a gestação – recordo que estamos a falar de 25% de todas as gravidezes.
A partir do momento em que uma mulher engravida – independentemente de se tratar de uma gravidez planeada ou não – começa imediatamente a pensar no seu bebé e a fazer planos. Nenhuma mulher pensa no facto de o seu “bebé” medir apenas 4 milímetros às seis semanas de gestação, pelo que a dor associada ao aborto espontâneo é a mesma, independentemente de ocorrer ainda antes da primeira ecografia.
A notícia da gravidez pode gerar um turbilhão de emoções e, não raras vezes, a mulher sente medo ou apreensão quando descobre que está grávida. Depois as emoções mudam, a afeição ao bebé cresce e, com o aborto, vêm os sentimentos de culpa. Muitas mulheres pensam que o aborto foi uma espécie de castigo pelo facto de não terem recebido a notícia da gravidez com total alegria.
Mesmo que a gravidez tenha sido recebida com uma explosão de alegria, os sentimentos de culpa podem surgir. Algumas mulheres culpam-se porque não repousaram o suficiente, rotulam-se de egoístas porque não abrandaram o ritmo profissional, punem-se por tudo aquilo que fizeram (e pelo que não fizeram) a partir do momento em que engravidaram. Mas a verdade é que a responsabilidade não é sua. Ao longo do primeiro trimestre há muitas complicações que podem ocorrer e a verdade é que há muito pouco que uma mulher possa fazer para evitar um aborto espontâneo. A perda do bebé acontece por razões biológicas, sobretudo. Claro que isso não diminui em nada o sofrimento da mulher.
Para os familiares e amigos pode ser muito difícil lidar com a angústia de quem passa por esta experiência. Alguns optam por não mencionar o assunto, procurando abordar temas “positivos”, na tentativa de fazer com que a mulher se distraia. Não sabem o que dizer e dão o seu melhor para que a vida continue. Outros fazem comentários aparentemente inofensivos como “Tu és nova, vais voltar a engravidar”, mas que acabam por magoar. Quando a comunicação falha, a mulher acaba por sofrer muitas vezes em silêncio, chegando ao ponto de chorar dias inteiros, sozinha. Enquanto familiares e amigos pensam que tudo está a evoluir bem, ela olha para as roupinhas que entretanto comprou e chora a sua perda com a sensação de que poucos a entenderão.
O luto pode envolver muito mais tempo do que a recuperação física. As emoções variam entre a tristeza, a raiva e o desespero. É preciso dar tempo para que a estabilidade seja recuperada e, nesse processo, é importante reconhecer que se precisa de ajuda terapêutica. O pior que pode acontecer é a mulher guardar o sofrimento para si.
Mas quais são os riscos associados ao isolamento? Por exemplo, alguns estudos têm demonstrado que as mulheres que passam por um aborto estão mais susceptíveis a transtornos depressivos, ansiedade, dependência de álcool e drogas do que as mulheres que nunca engravidaram. O aconselhamento psicológico é, por isso, um recurso importante no processo de recuperação e deve envolver todo o núcleo familiar.

FONTE: http://www.apsicologa.com/search/label/Infertilidade

Cheiros...


Não sei explicar isto cientificamente, tá aí um caso para os psicólogos. Ontem estive pensando no que acontece, acredito que a intensidade dos fatos pode ter provocado isto. Pode soar estranho, louco, sei lá, o que você quiser classificar, mas eu "travei" com certos cheiros daquele dia, eu não os suporto mais, é sentí-los e eu me lembro daquele dia. Por exemplo, o cheiro do desinfetante que usei no meu banheiro eu não posso sentir mais que eu repugno e ao mesmo tempo me entristeço profundamente, parece que aquele cheiro me faz reviver tudo de novo. O sabonete do hospital era de erva-doce e quem diz que eu consigo usar algum produto de erva-doce, é inacreditável. Mudei o perfume, desodorante e loção corporal, acreditem, até o amaciante que eu lavei as roupinhas dele eu não consigo usar mais.
Sinceramente eu não sei explicar, resolvi postar isto no blog porque as vezes as nossas sensaçoes são muito confusas, o que aconteceu naquele dias e nos primeiros dias subsequentes me marcaram e acredito que outras pessoas que também passaram por isto podem ter se sentido assim, ou mesmo outras experiências.
Eu digo, é muito sensível este momento e o todo o "trastorno" que ele causa na mulher que perdeu o bebê, daí a necessidade de atenção, carinho e muita compreensão, como pode, você não conseguir "sentir" o cheiro das coisas que nos redeavam naquele dia...

Mecônio: investigações.


Estudou-se prospectivamente a morbidade e mortalidade de 583 recém-nascidos que tiveram líquido amniótico impregnado de mecônio durante o período de um ano em 2.297 nascimentos consecutivos. Observou-se idade gestacional, peso ao nascer, tipo de parto e Apgar do 1? ao 5? minuto enfatizando-se a aspiração de mecônio em orofaringe e traquéia antes da primeira respiração. Cinqüenta e sete(9.8%) apresentaram sinais de insuficiência respiratória nas primeiras horas de vida. A aspiração de mecônio foi a doença respiratória mais freqüente (35.1%) com letalidade de 15%; seguiu-se a taquipnéia transitória (28.2%)e insuficiência respiratória leve (19.3%) ambas com letalidade zero. Nos casos estudados ocorreram sete óbitos; em três havia aspiração de mecônio, em dois membrana hialina e em outros dois encefalopatía hipóxico- isquêmica grave sem comprometimento pulmonar.
"A impregnação meconial de líquido amniótico é bastante freqüente.
A teoria clássica de que a eliminação de mecônio intra-útero significa sofrimento fetal por hipóxia tem sido discutida em estudos que demonstraram que fetos nesta situação podem apresentar excelentes condições de vitalidade ao nascer. Entretanto, 10 a 30% dos meconiados apresentam nas primeiras horas de vida sinais de insuficiência respiratória de diferentes graus de intensidade podendo as vezes ser bastante grave chegando ao óbito..."
Durante o período de estudo nasceram em nossa maternidade 2.297 crianças, das quais 583 (25.4%) apresentaram líquido amniótico impregnado com mecônio em quantidade e consistência variáveis. Destes 57(9.8%) apresentaram sinais de insuficiência respiratória nas primeiras horas de vida, cujas causas constam na tabela 1. Dos 57 RN somente sete eram

prematuros com peso médio de 1.930 gramas, sendo os demais RN a termo e pós-termo com peso médio de 3.320 gramas. Deste grupo, 49,1% (28 RN) nasceram de parto cesáreo; 49,1% (28 RN) tiveram anóxia ao nascer e 36,8% (21 RN) necessitaram de procedimentos de reanimação na sala de parto.
A freqüência de eliminação de mecônio intra-útero varia de oito a 29%2 6- ia 16. Em nosso estudo, a freqüência foi de 25,4%. Sabe-se que existe correlação direta entre sofrimento fetal e eliminação de mecônio intra-útero.
A letalidade por aspiração foi de 15%. Dos três casos de óbito, dois tiveram encefalopatía hipóxico-isquêmica grave com convulsões de difícil controle. O outro RN apresentou pneumotórax extenso na primeira hora de vida, que foi drenado e permaneceu sob ventilação assistida (Tabela 2). Este índice de letalidade é bastante alto se compararmos com a referência
de Hjalmarson7, na Suécia, onde a letalidade é zero. Ting & Brady tiveram 25% de letalidade (sete óbitos em 28 casos). No estudo feito por Khatua & cois., na índia, a letalidade foi tmbém bastante alta variando de 14,6 a 75% de acordo como peso do RN.
Em uma revisão bastante abrangente do tema, Bacsik descreve que "a aspiração de líquido amniótico impregnado com mecônio pode provocar um espectro de dificuldades respiratórias no recém-nascido, que varia desde taquipnéia transitória leve até insuficiência respiratória" Tratase
de afirmativa sem maiores especificações que pode confundir a doença caracterizada como taquipnéia transitória do RN com formas menos graves da aspiração de mecônio.


TEXTO NA ÍNTEGRA: Líquido aminiótico com mecônio e doença respiratória aguda em recém-nascidos. Um estudo prospectivo. Angela Sara Jamusse de Brito. Ana Berenice Ribeiro de Carvalho. Jurani Barbosa.

http://www.pediatriasaopaulo.usp.br/upload/pdf/7.pdf

HPV, cuidado mulheres...

Assistindo tv este fim de semana eu vi uma reportagem sobre o HPV e a importancia das mulheres em fazer este exame, este vírus provoca o câncer de colo do útero. Achei este artigo e acredito que de forma bem simples e objetiva esclarece algumas dúvidas, vale a pena se informar.
O site pesquisado foi do INCA(Instituto nacional de câncer)

O que é HPV?

É a sigla em inglês para papiloma vírus humano. Os HPV são vírus da família Papilomaviridae (Fig. 1), capazes de provocar lesões de pele ou mucosa. Na maior parte dos casos, as lesões têm crescimento limitado e habitualmente regridem espontaneamente.

Qual a relação entre os HPV e o câncer do colo do útero?

Existem mais de 200 tipos diferentes de HPV. Eles são classificados em de baixo risco de câncer e de alto risco de câncer. Somente os de alto risco estão relacionados a tumores malignos.

Quais são eles?

Os vírus de alto risco, com maior probabilidade de provocar lesões persistentes e estar associados a lesões pré-cancerosas são os tipos 16, 18, 31, 33, 45, 58 e outros. Já os HPV de tipo 6 e 11, encontrados na maioria das verrugas genitais (ou condilomas genitais) e papilomas laríngeos, parecem não oferecer nenhum risco de progressão para malignidade, apesar de serem encontrados em pequena proporção em tumores malignos.

Os HPV são facilmente contraídos?
Estudos no mundo comprovam que 50% a 80% das mulheres sexualmente ativas serão infectadas por um ou mais tipos de HPV (Figura 2) em algum momento de suas vidas. Porém, a maioria das infecções é transitória, sendo combatida espontaneamente pelo sistema imune, principalmente entre as mulheres mais jovens. Qualquer pessoa infectada com HPV desenvolve anticorpos (que poderão ser detectados no organismo), mas nem sempre estes são suficientemente competentes para eliminar os vírus.
Como os papilomavírus são transmitidos?
A transmissão é por contato direto com a pele infectada. Os HPV genitais são transmitidos por meio das relações sexuais, podendo causar lesões na vagina, colo do útero, pênis e ânus. Também existem estudos que demonstram a presença rara dos vírus na pele, na laringe (cordas vocais) e no esôfago. Já as infecções subclínicas são encontradas no colo do útero. O desenvolvimento de qualquer tipo de lesão clínica ou subclínica em outras regiões do corpo é bastante raro.

Como são essas infecções?
As infecções clínicas mais comuns na região genital são as verrugas genitais ou condilomas acuminados, popularmente conhecidas como "crista de galo". Já as lesões subclínicas não apresentam nenhum sintoma, podendo progredir para o câncer do colo do útero caso não sejam tratadas precocemente.

Como as pessoas podem se prevenir dos HPV?
O uso de preservativo (camisinha) diminui a possibilidade de transmissão na relação sexual (apesar de não evitá-la totalmente). Por isso, sua utilização é recomendada em qualquer tipo de relação sexual, mesmo naquela entre casais estáveis.
Como os papilomavírus podem ser diagnosticados?

As verrugas genitais encontradas no ânus, no pênis, na vulva ou em qualquer área da pele podem ser diagnosticadas pelos exames urológico (pênis), ginecológico (vulva) e dermatológico (pele). Já o diagnóstico subclínico das lesões precursoras do câncer do colo do útero, produzidas pelos papilomavírus, é feito através do exame citopatológico (exame preventivo de Papanicolaou). O diagnóstico é confirmado através de exames laboratoriais de diagnóstico molecular, como o teste de captura híbrida e o PCR.
Onde é possível fazer os exames preventivos do câncer do colo do útero?
Postos de coleta de exames preventivos ginecológicos do Sistema Único de Saúde (SUS) estão disponíveis em todos os estados do país e os exames são gratuitos. Procure a Secretaria de Saúde de seu município para obter informações.

Quais os riscos da infecção por HPV em mulheres grávidas?

A ocorrência de HPV durante a gravidez não implica obrigatoriamente numa má formação do feto nem impede o parto vaginal (parto normal). A via de parto (normal ou cesariana) deverá ser determinada pelo médico após análise individual de cada caso.

É necessário que o parceiro sexual também faça os exames preventivos?

O fato de ter mantido relação sexual com uma mulher infectada pelo papilomavírus não significa que obrigatoriamente ocorrerá transmissão da infecção. De qualquer forma, é recomendado procurar um urologista que será capaz - por meio de peniscopia (visualização do pênis através de lente de aumento) ou do teste de biologia molecular (exame de material colhido do pênis para pesquisar a presença do DNA do HPV), identificar a presença ou não de infecção por papilomavírus.

Qual o tratamento para erradicar a infecção pelo papilomavírus?

A maioria das infecções é assintomática ou inaparente e de caráter transitório. As formas de apresentação são clínicas (lesões exofíticas ou verrugas) e subclínicas (sem lesão aparente). Diversos tipos de tratamento podem ser oferecidos (tópico, com laser, cirúrgico). Só o médico, após a avaliação de cada caso, pode recomendar a conduta mais adequada .

Qual é o risco de uma mulher infectada pelo HPV desenvolver câncer do colo do útero?

Embora estudos epidemiológicos mostrem que a infecção pelo papilomavírus é muito comum (de acordo com os últimos inquéritos de prevalência realizados em alguns grupos da população brasileira, estima-se que cerca de 25% das mulheres estejam infectadas pelo vírus), somente uma pequena fração (entre 3% a 10%) das mulheres infectadas com um tipo de HPV com alto risco de câncer desenvolverá câncer do colo do útero.

Há algum fator que aumente o risco de a mulher desenvolver câncer do colo do útero?
Há fatores que aumentam o potencial de desenvolvimento do câncer de colo do útero em mulheres infectadas pelo papilomavírus: número elevado de gestações, uso de contraceptivos orais (pílula anticoncepcional), tabagismo, pacientes tratadas com imunosupressores (transplantadas), infecção pelo HIV e outras doenças sexualmente transmitidas (como herpes e clamídia).

E A FELICIDADE...


DIAS DE LUTA, DE MUITA LUTA. DIAS EM QUE SE PENSA EM DESISITIR DE TUDO, DIAS DE LAMENTO, DE LÁGRIMAS , DE RECORDAÇÃO E A FELICIDADE, ONDE ELA ESTÁ?
PENSO QUE PERSEGUIR A FELICIDADE DEVA SER UMA META, UMA DECISÃO NA NOSSA VIDA. O SOFRIMENTO NÃO PODE SER ETERNO.
AS VEZES PENSO QUE SE DEUS ME DEU ESTE FARDO ELE VAI ME AJUDAR A CARREGÁ-LO...
DIZEM OS ANTIGOS QUE NINGUÉM TEM UMA DOR QUE NÃO POSSA SUPORTAR!!!! SERÁ?
MAS VOU VIVENDO DIAS DE LUTA E DIAS DE GLÓRIA, VOU PERSEGUIR A FELICIDADE.

FAMOSAS QUE JÁ PERDERAM SEUS BEBÊS







Então, a perda de um filho pode aontecer com qualquer mulher, as vezes nos culpamos, porque ora ou outra pensamos que poderíamos ter tido mais recursos, mais cuidados, que salvaríamos nossos bebês se estivéssemos rodeadas dos melhores médicos, conforto, mas saibam que quando tem que acontecer, acontece, independente de você estar sob os cuidados dos melhores especialistas ou não. Andei fazendo uma breve pesquisa na internet e descobri muitas mulheres famosas, da mídia que já passaram pela dor da perda de um filho, listarei algumas:
IVETE SANGALO, em 2008, teve um aborto espontâneo do primeiro filho, segundo as palavras da cantora,"(...)“Eu fiquei muito sofrida. Dói demais. De alguma maneira, aquilo já está impregnado no meu caminho. Eu estava tão feliz e não teve jeito! Fiquei muito tristinha. Mas eu tenho muita fé em Deus e conversei com ele: 'Meu Deus, se o Senhor deliberou assim, que seja assim'. Mas eu sou uma pessoa, não uma máquina. E fiquei muito magoadinha”, ainda acrescenta que o Padre marcelo Rossi a ajudou muito neste processo de recuperação, conta a revista Quem, do dia 20 de julho.
CAROLINA DIECKMAN, sofreu dois abortos espontaneos, um em 98 e outro em 2006, mas sua perseverança não a impediu de ter 2 filhos lindos e saudáveis.
TICIANE PINHEIRO, em sua primeira gestação, as 22 semanas perde sua primeira filha, por mal formação do feto, superou e agora, já tem uma filha.
SHEILA CARVALHO, em 2008, passou pela perda de seu filho Bryan, que nasceu prematuro de 7 mêses e não resistiu, hoje Sheila superou a dor e já tem uma linda filha, saudável.
LILY ALLEN, cantora, perdeu seu bebê aos 6 mêses de estação em 2010 e confessa que chegou a beira da morte, por causa disto, em suas palavras: "(...)"Eu não conseguia me importar comigo mesma. Eu literalmente estava em meu leito de morte, mas eu não sentia", contou a cantora, de acordo com o jornal The Sun."
LETÍCIA BIRKHEUER, em 2008, aos 3 meses de gestação teve aborto espontâneo e hoje está gravida novamente, quase ganhando o bebê. "(...)"Perder o bebê foi algo que me deixou muito triste. Fiquei tão empolgada quando soube que estava grávida que saí comprando roupinha, escolhi o nome. Fiz um teste ultramoderno para saber o sexo quando estava só com duas semanas. Era menina e se chamava Maria Helena".
JOELMA, do Calypso, sofreu em 2009 aos 2 mêses de gestação, e já é mãe de dois filhos e com certeza já superou.
CELINE DION, cantora, em 2009 teve um aborto espontâneo 10 dias depois de anunciar a gravidez e hoje, já tem seus gemeos que nasceram em 2010.
FERNANDA BRUM, cantora gospel, teve 4 abortos e hoje tem 2 filhos, exemplo de fé e superação. "(...) tive indicação médica por causa dos embriões que morriam em meu ventre.O coração parava de bater após um descolamento de placenta, e eu ficava com o embrião morto na barriga, tomando medicamento para induzir a eliminação espontânea do embrião. Algumas vezes lembro-me de ter voltado da anestesia gritando meu bebê, meu bebê..."
KELLY KEY, a cantora sofreu um aborto da sua segunda gravidez com o atual marido Mico, as 10 semanas de gestação, sofre um aborto espontâneo, já é mãe de uma menina e um menino, lindos e saudáveis.
MARIAH CAREY, diz em entrevista, que em 2008 sofreu um aborto espontâneo da sua primeira gestação, hoje, conseguiu ter seus gêmeos.
JAQUELINE, jogadora de vôlei da seleçã feminina, perdeu o primeiro bebê logo nas primeiras semans de gestação em mio deste ano.
PITTY, cantora de rock, infelizmente passou pela perda aos 3 meses de gestação. Diz: "(...) a forma que eu encontri pra não me tranformar numa bêbada, drogada e sofredora pelo que tinha acontecido comigo fui enfiar a cara no trabalho...". Torço por você Pitty, logo terá outro bebê.

ENFIM, ESTE POST FOI UMA PEQUENA AMOSTRA DE QUE TODAS NÓS ESTAMOS SUJEITAS A ESTA DOR NA VIDA, E ESPERO QUE QUEM O LER SE SINTA ABRAÇADA, QUE ACALME O CORAÇÃO E TIRE QUALQUER "CULPA" ...TUDO PODE ACONTECER E UM DIA VAMOS SUPERAR TUDO ISTO E TEREMOS NOSSOS FILHOS COMO OS EXEMPLOS CITADOS ACIMA E AO NOSSO REDOR.






Comentários sobre o post de Cássia Cohen...

Andei lendo um texto no blog "Pra sempre é muito tempo", de Cássia Cohen, que me despertou muito, ele fala intimamente sobre a dor da perda de um filho e de como esta dor influencia e modifica a nossa vida, nas palavras de Cassia Cohen, "temos que administrar o inadministráve"l, pois nunca vamos esquecer, a dor não vai sumir como em um passe de mágica, estamos modificadas pela dor e isto influencia diretamente em nossas vidas, temos agora que adaptarmos a nossa vida, a esta nova condição em que nos encontramos. No texto também fala sobre o "pesso" que causamos as pessoas e a sociedade, elas não sabem mais como lidarem com nossa condição, podemos até estarmos sendo um peso em suas vidas, como querida Cássia diz, 'é mais fácil para estas pessoas que sigamos nossas vidas, pois assim não atrapalharemos as delas",concordo sim com o dizer, vejo que assim como eu mesmo me sinto cansada de lutar, as pessoas ao meu redor também estão se cansando de mim, dos meus lamentos, dos meus questionamentos.
Destaco também quando diz :"(...) .elas pensam que por você estar "parada" na beira do caminho,que seu mundo não estar andando...seu mundo mental..sua cabeça não para,e você tem conseguindo analisar e gritar pra o mundo um monte de coisa que as outras mães sentem,mas,não conseguem dizer..."; sendo assim, por mais que pareçamos estar estagnadas a beira do caminho a nossa mente anda a velocidades incomensuráveis, daí o fato de sofrermos tanto, não paramos de pensar, de questionarmos, de querermos a solução.
Também concordo quando faz uma análise sobre como a sociedade nos forma como pessoas, desde novos não somos "ensinados" a lidar com a dor, com o sofrimento e principalmente com a morte, ela é um tabu e quando acontece em nossas vidas, seja com um pai,mãe ou a perda de um filho não sabemos lidar com isto, como Cassia diz, vamos a escola e é incrustrado em nossa cabeça que devemos ser vancedores sempre, sendo assim, quando a perda chega, vem com ela uma avalanche de frustrações, então, porque desde pequenos nossos pais e sociedade não nos instruem para lidarmos com perdas? Pois é, desa forma, pelo menos estaríamos cientes de que a morte faz parte do processo, do caminho, algumas são muito precoces, outras de súbito e outras trágicas demais, que chega a ser insuportável. Morte e nascimento são extremos e eles modificam muito as nossas vidas, a mesma celebração da vida se faz com o luto da morte.
Ainda nas palavras de Cassia: "(...)A sociedade precisa entender que não existe REGRAS PRA DOR DE PERDER UM FILHO...". Isto acredito ser fundamental para que não haja tanta cobrança, as pessoas determinam o "tempo para o nosso luto", acham que por elas estarem bem, também devemos seguir o mesmo percurso. Exemplo de recuperação temos em nossas próprias cassas, cada um reage de maneira diferente, tem pessoas que saem do luto com muita facilidade, elas logo já pensam em seguir em frente e fazem planos, outras, como eu, já sofrem muito mais e demonstram grande dificuldade pra sair do luto, afinal, o meu tempo é diferente do seu e eu tenho direito de me sentir assim, de me recuperar da minha maneira, e você que me critica, que faz planos pra minha vida, saiba que eu sofro muito e que o meu tempo é diferente do seu.
Lidar com uma mãe que perde um filho é muito delicado e exige uma sensibilidade exacerbada, isso mesmo, é preciso ir mais além, é preciso ver o oculto, é preciso abrir o coração e nem que seja por um minuto, se colocar no lugar desta mãe pra tentar compreendê-la, eu perdôo, nem todas as pessoas terão esta capacidade, mas por favor, não cobrem nada...
Me emocionei muito quando Cássia citou o nome dos anjos que se foram, quando vi o nome do meu filho me senti abraçada por ela, muito obrigada!
Não escolhemos sermos "mães de anjos", esta condição nos foi dada, por um motivo maior, que eu não tenho a capacidade de entender agora, queria muito o meu filho aqui. Sei de muitas coisas, de opiniões e de supostos porquês, mas mesmo nesta infinidade de suposições., nada me satisfaz, nada me acalma a alma...
Termino este post oferencendo-o a grande inspiradora dele Cássia Cohen que no fundo de sua sensibilidade disse muito em seu texto : "A vida parada que anda voando", por tamanha corajem e sensibilidade de dizer ao mundo o que sente.
A vocês que estão lendo este post, visitem o texto na íntegra:
Fonte: http://www.prasempreemuitotempo.com/2011/07/vida-parada-que-anda-voando.html


Quando o bebê nasce morto...

Infelizmente, às vezes as coisas não correm como o previsto e o bebê morre ainda dentro do útero. No Brasil, são registrados por ano cerca de 29 mil casos desse tipo (com base em dados do Datasus referentes a 2006). Isso significa que, a cada 101 bebês que nascem vivos, um nasce morto. Quando a criança morre dentro da barriga, ou durante o parto, depois da 20a semana de gravidez, ela é considerada oficialmente "natimorta", termo que pode soar um pouco chocante. Segundo a legislação, é "natimorto" o bebê que não tiver batimentos cardíacos ao nascer.
O objetivo deste artigo é explicar algumas das razões para um bebê morrer antes de nascer, e as informações podem ser úteis para ajudar a lidar com a perda ou dar apoio a alguém que você conheça.
Como saber se há algum problema com o bebê?
Um dos primeiros sinais de alerta é a diminuição dos movimentos do bebê. Outro é a presença de sangramento vaginal. Nesses casos, quando a mulher procura assistência médica, normalmente é feito um ultrassom ou exame para detectar os batimentos cardíacos do bebê. Em alguns casos, o primeiro sinal de que há algo errado é o trabalho de parto prematuro, com contrações, cólicas fortes ou rompimento da bolsa.
O que acontece quando é detectado que o bebê morreu dentro do útero?
Quando os médicos verificam, pelo exame de ultrassom, que o coração do bebê não está batendo, eles precisam fazer o parto, por isso a mulher é internada. O parto pode ser feito por indução ou via cesariana. É uma decisão difícil, mas você pode manifestar ao obstetra sua preferência. A decisão dependerá também de fatores médicos. Na indução, o processo é mais longo e exige a participação ativa da mãe, para fazer força, o que é difícil em termos emocionais. Na cesariana, o procedimento é mais rápido, mas a recuperação é bem mais demorada. "A cesárea deixa uma cicatriz que muitas mulheres interpretam como uma lembrança triste da perda, por isso muitas preferem a via vaginal", afirma a obstetra Eleonora Fonseca.
No caso de uma gravidez múltipla, se um dos bebês morre dentro do útero, o médico pode preferir continuar mantendo a gestação para que o(s) outro(s) bebê(s) possam ficar mais forte(s). Infelizmente, a mulher tem de ser internada na maternidade, onde o clima festivo predomina. É aconselhável avisar a equipe de enfermagem para evitar mal-entendidos e situações ainda mais dolorosas. Peça aos médicos que expliquem direitinho tudo o que vai acontecer.
Há como saber o que deu errado?
A causa da morte às vezes pode ser determinada por exames de sangue na mãe, pela análise da placenta ou pela realização de necropsia no bebê. Infelizmente, em mais de 50 por cento dos casos, a causa é desconhecida. Trata-se de um grande desafio para a medicina moderna.
É essencial conversar com os médicos para esclarecer o ocorrido e tentar descobrir as causas. Quanto mais rápido a necropsia for feita, mais informações ela poderá fornecer. O exame será feito pelo Serviço de Verificação de Óbitos, que é diferente do IML (Instituto Médico Legal), quando houver SVO na região.
Por que um bebê morre antes de nascer?
Em mais de metade dos casos, a morte intrauterina é um grande mistério. Nos outros casos, pode haver várias explicações:
• malformações genéticas ou físicas no bebê.
• hemorragia pré-parto, por exemplo quando a placenta começa a descolar da parede do útero antes de o bebê nascer.
• prematuridade, já que bebês muito prematuros podem não sobreviver ao trauma do parto.
pré-eclâmpsia .
incompatibilidade do fator Rh, quando os anticorpos do sangue da mãe atacam as células sanguíneas do bebê.
colestase obstétrica (complicação rara da gravidez, que provoca o acúmulo de bile no sangue). O risco de o bebê morrer no útero é 15 por cento maior para mulheres que sofrem de colestase obstétrica.
• problemas de saúde preexistentes na mãe, como diabete.
• infecções durante a gravidez, como listeriose, salmonelose ou toxoplasmose.
• problemas imunológicos, como a síndrome antifosfolipídica (SAF).
• dificuldades no parto. Há os casos em que o bebê morre antes do trabalho de parto começar, mas há outros em que a morte é causada por um problema no parto, como a distocia de ombro, quando os ombros do bebê ficam presos, depois que a cabeça já saiu. Se o cordão umbilical for pressionado durante o parto, o suprimento de oxigênio para o bebê pode ficar reduzido.
Do total de bebês que morre dentro do útero, um terço tinha chegado a termo, ou seja, estava com mais de 37 semanas. O risco numa gestação de bebê único é de cerca de 5-6 para cada 1.000 nascimentos. Já no caso de gestações múltiplas, ele sobe para 15 a 16 para cada 1.000 nascimentos.
Quais são as implicações para uma futura gravidez?

Se o bebê morreu sem que houvesse nenhuma explicação, o consolo é que o risco numa nova gestação não é maior do que o de qualquer outra pessoa. No caso, no entanto, de alguma malformação genética, é aconselhável buscar a opinião de um especialista para avaliar os riscos de uma nova gravidez. Alguns fatores aumentam o risco. O fumo durante a gravidez é um deles. A mulher deve tomar todas as precauções contra infecções como listeriose, salmonelose ou toxoplasmose. É essencial ir a todas as consultas do pré-natal. O médico vai instruir a prestar atenção especial aos movimentos do bebê, principalmente nas últimas semanas. Cada pessoa reage de uma maneira à expectativa de uma nova gravidez. Há quem queira engravidar de novo o mais rápido possível, e há quem tenha medo só de pensar. Ambas as atitudes são normais.
É mais que compreensível que uma nova gravidez seja marcada pelo medo e pelo nervosismo. Se por acaso você mudar de médico, é importante contar a história da perda com todos os detalhes -- o médico precisa saber para poder diminuir os riscos, e também para dar uma atenção especial à sua família.
Às vezes ajuda conversar com outros pais e mães que passaram pela mesma situação, e para isso você pode usar os nossos fóruns.

Fonte: http://brasil.babycenter.com/pregnancy/perdas/nasce-morto/

AFILHADA...



MUITO FELIZ!!! HOJE EU FUI FAZER UMA VISITA AS GÊMEAS DA MINHA AMIGA E SABEM , EU FUI PRESENTEDA COM O PEDIDO PARA SER MADRINHA DE BATISMO DE UMA DELAS, ESTOU RADIANTE.... VOU SER "DINDA" DE UMA DAS BEBEZINHAS....
OS NOMES DAS MENINAS SÃO ESTHER E STHEFANY...

COBRANÇAS

Não sei exatamente como é que acontece, como podemos explicar isto, porque eu acredito que as pessoas que me querem bem só desejam que eu fique bem, que eu volte a vida, que eu consiga sorrir e seguir em frente. Bom, mas por trás de tudo há uma "cobrança" enorme, ela começa por mim mesma, que cobro o tempo todo, fique bem, você vai engravidar, você vai ser mãe, entre outras, parece que agora tudo recaiu sobre mim, tenho que conseguir...As pessoas ao meu redor também me "cobram muito", que eu fique bem, tem dias que é muito forte sobre minha cabeça e eu fico muito desesperada...Mas enfim, eu estou neste barco e tenho que seguir senão morro na praia, não é assim que dizem?
Vou ser sincera, tem horas que estas "cobranças" cansam muito, é preciso estar bem o tempo todo, é preciso querer viver, passar por cima disto, sair, continuar do jeito que eu era, mas como assim, eu não sou mais a mesma pessoa, eu estou modificada pela dor...
Eu "sei de tudo", das histórias de superação, as admiro demais, mas eu talvez não seja a superação em pessoa...
Eu sei tantas coisas que não me respondem nada!!!
A paz que eu quero pra vida ainda está por vir.


6 MÊSES SEM MEU FILHO...


Hoje acordei já pensando em você meu amor, a mamãe não te esqueceu, cada segundo da minha vida você é lembrado aqui. TE digo que aqui na terra não tá fácil viver não meu amor, a mamãe sente tanto a sua falta que chega a machucar o coração, lembro de você em cada cantinho da minha casa que já estava toda adaptada pra te receber. Sabe, já se foram 6 mêses sem você e para os "especialistas", os médicos, venceu o luto permitido pra mamãe, mas sinto em informar que eles erraram, eu ainda choro por você, sinto um vazio do tamanho do mundo, a falta de você, um ser tão iluminado que mesmo não estando fisicamente entre nós, marcou a nossas vidas intensamente.
Lembro-me o quanto você era especial para todos, só que a mamãe não entendia que era porque você era um anjo de luz, lembro de um momento tão lindo, onde você conquistou a todos com a sua luz, quando fomos saber qual era o seu sexo, a sala de ultrason estava cheia e você contagiou a todos, a mamãe foi fazer a ultra pra te ver e todos que estavam ali naquela sala , mesmo as mães que já tinham feito as ultras, todos ficaram na porta esperando pra saber de você, foi uma comoção, todos ansiosos pra saber de você...o que eles não sabiam é que estavam diante de um anjo!!!
Hoje são 6 mêses, penso tanto em você, se estivesse aqui, nossa... a mamãe estaria doidona aqui de tanto amor, mas Deus não quis assim, preferiu levar o que era seu, um anjo lá desgarrado do céu que veio iluminar vidas durante 9 mêses. A dor é tão grande, o sentimento é imenso, e a mamãe pensa que amou muito você, eu vivi por você meu anjo e eu creio que você sentiu isto.
Também estou aqui sentada no sofá, o papai foi trabalhar cedinho e eu lembrei que todos os dias a mamãe levantava pra ver papai sair e quando ele ía pro serviço eu ficava sentada aqui no sofá te fazendo carinho e você me "respondia" com seus chutes, você nem imagina filho o quanto isso me fazia feliz, hoje eu tenho a falta de você aqui comigo.
Peço a você que aí com Deus, você cuide da mamãe. Ah meu anjo, a mamãe continuou os estudos, por você, e eu tenho conseguido sabe, amigos aqui gostam muito da mamãe e tem ajudado muito, e estou conseguindo cada pontinho por você, e vou formar por você meu amor, que esteve comigo por 9 mêses vendo-me estudar....
O seu quartinho continua intacto, fechado, me desculpe, mas eu não consigo entrar lá, sei que você está triste por isto, mas eu prometo que vou lá e vou arrumar as coisas , a vovó disse que vem aqui pra ajudar a guardar as coisininhas...Sabia que fizemos uma pessoa feliz, pois é, meu anjo a mãe doou seus produtos de higiene e tem dois seres lindos aqui na terra que ficaram muito agradecidos por isto...Creio que você está orgulhoso da mãe.
Bom meu filho, você tem me acompanhado e hoje estaria com 6 mêses de vida, mas não vou questionar o desígnio de Deus, não vou ser egoísta em querer você aqui a qualquer custo, se O Pai Eterno lhe pegou de volta é porque ele sabia de todas as coisas...Eu vou compreeender, no futuro, porque agora a mamãe queria muito você aqui!!!
Me disseram que eu não posso ficar sofrendo assim porque não deixa você "descansar" aí no céu, prometo também que vou ficar bem e deixar você descansar...Logo creio que teremos vitórias e restituição.
Amo muito você e tudo que você fez por nós, todo o amor que fez surgir em nossos corações...

DIABETE GESTACIONAL

O que é a diabete gestacional? A diabete gestacional é um problema que surge durante a gravidez. A mulher fica com uma quantidade maior que o normal de açúcar no sangue. É uma condição que quase sempre se normaliza sozinha depois que o bebê nasce -- ao contrário de outros tipos de diabete, que duram a vida inteira. A diabete aparece quando o corpo não consegue fabricar a insulina -- um hormônio produzido pelo pâncreas -- em quantidade suficiente. A insulina controla a quantidade de açúcar disponível no sangue, para ser usado como fonte de energia, e permite que o excesso de açúcar seja armazenado. Seu corpo precisa produzir insulina extra para atender às necessidades do bebê -- principalmente da metade da gravidez em diante. Se seu corpo não conseguir fazer isso, você pode ficar com diabete gestacional. Seu nível de açúcar no sangue também pode subir devido às mudanças hormonais da gravidez, que interferem na ação da insulina. Nas primeiras consultas do pré-natal, você será submetida a um exame de sangue, e nele será feita a medição da glicemia de jejum. Se o médico considerar o resultado alterado, pode pedir um novo exame, o teste de tolerância à glicose -- em que você tem de tomar um líquido doce e uma hora depois colher sangue para dosar a glicemia. No caso de o primeiro resultado ser normal, mas o obstetra considerar que seu risco de ter diabete gestacional é mais elevado, ele pode pedir um novo exame de glicemia de jejum na segunda metade da gravidez.
Como a diabete afeta a gravidez? O lado positivo do tratamento da diabete é que você tem como influenciá-lo para o bem. Com orientação médica, você conseguirá controlar a diabete durante toda a gestação. O principal problema do excesso de açúcar no sangue é que ele atravessa a placenta e chega ao bebê, o que pode fazer com que ele cresça demais. Um bebê muito grande pode dificultar o parto, e aumenta a probabilidade de você precisar de uma cesariana. O bebê também fica mais propenso a ter icterícia e hipoglicemia após o parto, e a apresentar problemas respiratórios. O volume de líquido amniótico também pode aumentar demais. Há pesquisadores que acreditam que bebês grandes demais têm maior probabilidade de sofrer de obesidade mais tarde. Quando adultos, também têm mais propensão à própria diabete. Quando a mulher já era diabética antes da gravidez, há um risco maior de o bebê apresentar problemas de saúde -- especialmente se a diabete pré-gestacional não estava sendo controlada. Pode acontecer de a mulher só descobrir que é diabética nos exames do pré-natal. Esse é um dos motivos para a recomendação de as mulheres se submeterem a novo exame de glicemia de jejum cerca de um mês e meio depois do parto.
Quem corre mais risco de ter diabete gestacional? Mulheres que já tiveram diabete gestacional antes, ou que já tiveram bebês considerados grandes, correm um risco maior de ter diabete gestacional. Também elevam o risco:
• Obesidade (IMC acima de 30) - Calcule aqui o seu.

• A idade: a tendência para a diabete aumenta naturalmente com a idade; quanto mais nova a mulher, menor a chance de ter diabete gestacional


• A existência de um parente de primeiro grau diabético, dependente de insulina

fonte: http://brasil.babycenter.com/pregnancy/complicacoes/diabete/

Bebês no lixo, na rua, no mato...basta!


Hoje eu acordei com uma vontade imensa de gritar, por vários motivos, mas um deles está latente. Eu ontem assistindo um noticiário na tv, vi um bebê que foi encontrado no matagal todo cheio de varejeiras e larvas, ainda estava vivo por milagre de Deus, só pode ser!!!Estes últimos meses tenho visto bebê no caçamba do lixo, gêmeas no terreno baldio, é o fim do ser humano, claro que isto vem acontecendo há anos, mas agora me sinto na obrigação de falar, como pode uma pessoa ter um bebê, uma dádiva de Deus e "jogar fora", não me interessam os "porquês", se não pode, não quer, meu Deus tem tanta gente que quer, dá pra adoção, mas em um ato digno, leve, limpinho, agasalhado e alimentado... é muito forte ver estes tipos de reportagens, me sinto muito estranha, se esta for a palavra, como pode uma pessoa deixar um bebê nestas condições. Um outro caso me chocou, um outro que a pessoa que o pariu, digo assim, arrancou o cordão umbilical da bebezinha, e colocou na sacola de supermercado, amarrou, a sorte foi uma cachorrinha que passeava com sua dona pela calçada e achou, logo, ela, a pessoa, pegou, levou pra casa e deu comida e banho...ato de amor ...
Me sinto nem sei como, revoltada, nós todas que perdemos nossos bebezinhos estamos arrasadas, outros casos de mulheres que não poderão mais engravidar e a gente tendo que ligar nossa televisão e todos os dias ter mais um caso de abandono, até onde isso vai.
Peço a Deus pela vida destas pessoas...

INÍCIO DA DIETA: hehehehe


Depois das promessas é chegado o dia internacional do início de dietas, a segunda-feira... mas é sério , eu tenho que emagrecer, nos próximos 3 mêses há uma batalha aí pela frente e como prometido, estou aqui blogando...
Acordei cedo, como de costume, e dei meu adeus as guloseimas, aos pedaços de bolo e pães, adoráveis pães pela manhã...
Mas é isto aí eu ja sou expert em dietas e nada mais é surpresa.
Vamos lá....E veremos os próximos capítulos, digo, posts....


IMPORTANTE FAZER: EXAME PREVENTIVO GINECOLÓGICO


Por que é importante fazer o preventivo ginecológico

O que é?
O exame ?preventivo?, é aquele que toda mulher precisa, mas muitas desvalorizam ou não gostam de fazer.
Ele foi inventado, por volta de 1925, por um patologista dos EUA chamado Papanicolau. Mas só começou a ser usado na prática clínica quase 20 anos depois. O exame passou , então, a ser chamado pelo nome do seu criador, Papanicolaou. Através desse exame, temos a possibilidade de detectar não só a presença do câncer de colo uterino, como também alterações das células que possam se transformar em câncer nos próximos anos. Com isso, temos a chance de fazer um tratamento com medicação adequada para evitar o aparecimento do câncer. Portanto, as mulheres que fazem regularmente esse exame, previnem verdadeiramente o câncer de colo uterino. Por essa razão, esse exame é também chamado de preventivo.
II. Como é feito?
O exame é extremamente fácil de ser feito. É importante a mulher ficar relaxada de maneira confortável, pois é muito rápido, durando poucos minutos. O relaxamento ajuda muito o médico a posicionar o espéculo (?bico-de-pato?) corretamente e colher o material da vagina. O exame de Papanicolau é realizado durante o exame ginecológico. Com isso, colhe-se a secreção da vagina e da entrada do colo uterino com uma espátula (semelhante a um pauzinho de picolé). Com uma ?escovinha?, colhe-se células do interior do canal do colo. Essas amostras serão fixadas em lâminas e colocadas em um frasco para ser enviado para o laboratório, onde será analisado por um médico patologista com auxilio de um microscópio. A coleta do material é toda feita com instrumental descartável ou esterilizado, para evitar a contaminação. É um procedimento muito simples, que deve ser realizado em todas as mulheres, principalmente nas mulheres com vida sexual ativa.
III. Corrimento.
O principal objetivo do preventivo é detectar precocemente o câncer de colo. Mas o exame de Papanicolau também detecta infecções por bactérias e fungos que é melhor estudado pelo exame de cultura da secreção vaginal.
IV. Virgindade:
Mulheres que nunca tiveram relação sexual podem fazer o exame. Existem espéculos especiais para virgens, que não causam ruptura do hímen.
V. Preparação para o exame: Aconselha-se que a paciente não tenha relações sexuais nas 48h antes do exame, nem com uso de preservativo, para evitar uma alteração na análise do exame. Também deve-se evitar duchas e cremes vaginais e ultra-sonografia transvaginal no mesmo período.
VI. Entendendo o laudo ( termos mais importantes) :
Como o laudo deve ser interpretado:

1) Pode ficar tranqüila!

Inflamatório: a maioria dos preventivos costuma apresentar essa alteração. Calma! Apesar do nome assustar, não quer dizer que você está doente. Infecções, traumas( relação sexual também causam trauma) na vagina podem causar processo inflamatório. Essa é uma alteração benigna e pode ser leve, moderada ou acentuada.

Flora( bacilos) de Doederlein ou Lactobacilos : São as defesas vaginais. Fazem parte da flora vaginal normal que protegem contra outros germes agressores.

Cândida sp., florabacteriaana mista, Gardnerella, Trichomonas : Esses são os agressores. Existem outros, mas esses são os mais freqüentemente encontrados.

Metaplasia: significa que, se houve uma lesão no colo do útero, ela já está se regenerando.

2) Sinal Amarelo:

ASCUS / AGUS: são siglas que indicam ao médico que o exame deve ser repetido ou complementado. São células de significado incerto.

Alterações compatíveis com HPV: O patologista encontrou células indicativas de que o vírus HPV ?andou? por lá. Esse vírus pode causar câncer de colo de útero. Não quer dizer que você esteja com câncer. Há subtipos do HPV que alteram as células, mas não causam câncer. Nesse caso, é aconselhável repetir o exame ou realizar uma colposcopia, a critério do seu médico.

Displasia leve ou NIC I : são alterações leves das células do colo do útero, de baixo grau. Também é indicado repetir o exame ou associar uma colposcopia, a critério de seu ginecologista.

Displasia moderada ou NIC II : nesse caso, as alterações celulares já são maiores. Ainda não é câncer, mas indica-se colposcopia ( ver o colo com lente de aumento) e, se necessário, biópsia.

3) Atenção!

Displasia acentuada ou NICIII: são alterações importantes das células que podem ser ?início? de um câncer no colo. Nesse caso, a colposcopia com biópsia é obrigatória!

Ca in situ : câncer de colo uterino que ainda não invadiu os tecidos. Está indicada a colposcopia com biópsia e uma pequena cirurgia chamada ?conização?.

VII. De quanto em quanto tempo o exame deve ser feito? O exame de Papanicolau deve ser feito 1 vez por ano em pacientes com resultado normal. Os demais casos devem ser analisados individualmente por seu médico.

VIII. Conclusão:Existem várias outras expressões que você pode encontrar no seu laudo. Procuramos citar os mais freqüentes e os mais importantes para que você possa compreender seu exame e discutí-lo com seu ginecologista. Cada profissional tem sua conduta, mas algumas são consenso. Não tenha vergonha de perguntar. O importante é não voltar para casa com dúvidas.


* - Os textos aqui apresentados são apenas de caráter informativo e não substituem, em hipótese alguma, as orientações do seu médico.
http://www.saudenainternet.com.br/portal/saude_inicio.php

MISSÃO: PERDER PESO



Pessoas, bom hoje meu post é sobre uma missão, eu preciso perder um pouco de peso, devido a gravidez eu ganhei os quilinhos famosos e agora preciso perder... Vou lutar e vou conseguir, rotina de exercícios e também diminuir na comidinha gostosa...Torçam por mim, estarei nos proximos 3 meses postando aqui minhas evoluções srsrsr (espero).
Um grande abraço a todos e tenham uma boa noite!


A chave da superação


Cada dia é uma vitória, cada segundo é uma conquista quando nos encontramos nesta situação. Confesso que queria ser mais forte, mais decidida, mais corajosa, mas aos poucos, cada um ao seu tempo, estou vencendo os obstáculos. Considero uma vitória entender que não sou a única neste mundo que passou pela perda de um bebê, são muitas mães que passam por esta dor. Depois venho trabalhando o meu "interior", sabe, tem dias que não estou muito bem, mas há outros em que consigo pensar com sanidade, com firmeza e volto a ter sonhos, isto mesmo, volto a sonhar, a querer viver, hoje é um destes dias. Este processo é longo, é subir um degrau de cada vez...
Consegui visitar minha amiga das gêmeas e quando vi aquelas menininhas ali, fortes e saudáveis compreendi que se ela tivesse desistido do sonho da maternidade, jamais veríamos aqueles olhinhos lindos... Outra vitória, bom pra entenderem, classifico cada passo, mesmo que seja só um "passinho", como uma vitória, sendo assim, consegui visitar uma outra amiga, esta de infância, que perdeu seu bebê prematuro, de 6 meses...Estar diante dela foi muito gratificante, poder dizer a ela que ela não é a única, que não acontece só com ela, ouvir sua dor e terminarmos a visita confiantes que vamos vencer, que é uma luta que tivemos que passar.
A chave da vitória é a persistência!!!!
É acreditar que o nosso dia vai chegar...